ALVA recolhe árvores produzidas nas escolas de Guimarães
No passado dia 15 de junho, a Associação ALVA concretizou uma etapa fundamental de um projeto de educação ambiental que acompanha o ciclo completo da floresta em várias comunidades escolares de Guimarães. Este trabalho, que se desenrola entre o outono e a primavera, começa com o fornecimento de sementes de árvores autóctones às escolas, permitindo que muitas delas desenvolvam já uma autonomia valiosa na produção das suas próprias plantas.
A iniciativa de 15 de junho marcou o momento de recolha das árvores que germinaram ao longo deste período. Com o apoio direto dos colaboradores da ALVA, Abílio Martins e Paulo Vaz, esta ação abrangeu 3 escolas e consolidou a parceria entre a comunidade educativa e a nossa associação.
A recolha destacou-se pela diversidade e quantidade de espécies nativas recolhidas, fruto do empenho das equipas escolares:
EB de Caneiros: Sob a coordenação da Prof. Carmo Costa, foram recolhidos 10 carvalhos, 1 figueira, 1 zimbro, 3 pinheiros e 1 medronho, além de outros pinheiros produzidos pela própria escola.
EB do Pinheiro: Sob a coordenação da Prof. Andreia Oliveira, foram recolhidos exemplares de pinheiro.
EB D. Afonso Henriques: Sob a coordenação do Prof. Fernando Novais, foi possível recolher um lote significativo composto por 37 carvalhos, 31 castanheiros, 24 azinheiras e ainda outros carvalhos de produção própria.
Após a recolha, o destino destas plantas foi definido estrategicamente para o seu processo de "engorda". Como ainda se encontram em fase de desenvolvimento, passarão os próximos dois a três anos nos hortos da ALVA:
As plantas que se encontram em fase inicial de crescimento seguiram para o horto de Tibães.
As restantes árvores foram encaminhadas para o horto da ALVA localizado em Melgaço, junto à fronteira São Gregório, na zona da adega das Alveianas.
Após este período de maturação, estas árvores serão oferecidas a entidades públicas, como Juntas de Freguesia e Câmaras Municipais, para ações futuras de florestação. Este projeto é um exemplo notável de como a colaboração entre associações e o sistema de ensino cria um ciclo sustentável, onde o empenho dos alunos e o acompanhamento dos professores na produção hoje garantem a floresta de amanhã.





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