Gave e Associação Alva Unem Esforços: 300 Árvores Autóctones a Caminho da Reflorestação
Gave, Melgaço – Numa operação logística que envolveu empenho e cooperação, uma equipa da Freguesia da Gave deslocou-se ontem a Braga para um importante levantamento de 300 árvores autóctones. Esta ação é o resultado direto de uma parceria estratégica entre a Junta de Freguesia da Gave e a Associação Alva, focada na regeneração ambiental do concelho de Melgaço.
Logística e Origem das Espécies
A recolha das árvores foi dividida entre dois pontos fundamentais geridos pela Associação Alva em Braga:
- Horto de Tibães: Onde foram selecionados cerca de 200 exemplares criados no seio do património histórico e natural do Mosteiro.
Esta diversidade de locais de origem garante que as espécies — entre as quais se destacam Carvalhos-Alvarinho, Sobreiros, nogueiras e Castanheiros — possuem a qualidade necessária para prosperar no novo terreno.
Destino: 2 Hectares de Natureza em Gave
As 300 árvores têm um destino imediato e bem definido: a reflorestação de uma área de cerca de 2 hectares na Freguesia da Gave. O terreno já se encontra devidamente preparado para receber estas "novas habitantes", que irão substituir áreas degradadas por uma mancha verde resiliente e biodiversa.
Uma Parceria com Raízes Fortes
Este projeto é mais do que uma simples plantação; é o fruto de uma colaboração estreita entre a Junta de Freguesia da Gave e a Associação Alva. Através desta parceria, a freguesia consegue aceder a conhecimento técnico e a espécies nativas que são fundamentais para o combate às alterações climáticas e para a prevenção de incêndios florestais.
"Este levantamento simboliza o nosso compromisso com o futuro da Gave. Com o apoio da Associação Alva, estamos a devolver à nossa terra as árvores que sempre aqui pertenceram", refere a equipa da Freguesia.
Impacto Ambiental
A escolha por carvalhos, sobreiros e castanheiros não é apenas estética. Estas espécies são vitais para:
- Aumentar a biodiversidade local, atraindo fauna nativa.
- Proteger o solo contra a erosão em zonas de declive.
- Maior resistência aos fogos florestais.
- Melhorar a retenção de água no solo, vital para o equilíbrio hídrico da região.










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